Palavras, ditas vivas, sentimentos, vivos tambem, um pouco de mim, aqui, para ti que lês, que vês, assim.... Comentários são sujeitos a análise prévia, em face dos abusos cometidos por algumas pessoas.
Quinta-feira, 28 de Setembro de 2006
Tristeza

Esta tristeza maldita que me está a consumir, que não me deixa respirar, não me deixa sorrir, este horror que me retira tudo, rouba-me até o amor.

 

Esta distância terrível que me separa da felicidade, dessa felicidade com que tanto sonhei, desse sonho que tantas e tantas vezes alimentou a esperança num amanhã melhor.

 

Esta vida de luta, de esforço, de convicções fortes, tudo parece ter valido a pena quando no horizonte vislumbramos a felicidade.

 

Esta tristeza maldita, que me roubou o sorriso, tenho que a matar antes que me acabe com o siso, estou certo que, junto da felicidade, encontrarei força para vencer e voltar a sorrir, a viver.

 

Amo a vida .



publicado por PAU_LINDO às 13:47
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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2006
5 anos

1 minuto de silêncio

1 dia de horror

 

Destruição

Egoísmo

 

Sandice

Estupidez

Terror

Erro

Medo

Bestialidade

Raiva

Odio



publicado por PAU_LINDO às 17:23
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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2006
Ordens inversas

Se eu sou a Morte e a tu a Vida, se eu sou o sal e tu o mar, se eu sou a lágrima e tu o riso, então busquemos uma forma, algo carente de siso, em que a morte brinca e a vida chora, a loucura impera, o certinho desespera e tu e eu andamos de mãos dadas num jogo profano, o da mentira certinha, da verdade e do desengano.

 

Encontramos os jogos da incerteza, da alegria e tristeza, as traições, as coisas de cada humano, mas, nós que somos eternas, na nossa contradição, buscamos apenas uma palavra que nos livre desta maldição.

 

Esta eternidade que nos assombra, à Vida e à Morte, persegue-nos e não nos deixa viver, ou será que não nos deixa morrer, afinal trocámos de papel e ambas estamos tristes, sem brincar, somos infelizes, acho que por não sabermos amar.

 

Eu (a Vida) que hoje faço de má, não preciso de me esforçar muito, afinal, para muitos, sou um suplício, uma pena e apareces tu como libertadora desses castigo.

 

Eu (a Morte) que hoje faço de boazinha, muitas vezes apareci para remediar um final inadiável que não passa de uma vida de dor e sem fim, por isso apareçi e resolvi aquilo que tu, ó Vida, não resolveste por mim.

 

Fico sem saber quem é a boa ou a má, sei apenas que para ambas há um lugar, para ambas há um momento, um tempo espacial, nenhuma delas é o bem ou o mal, mas, para já, prefiro dizer à Vida e à Morte que há algo que as suplanta, que nos permite estar na Vida e na Morte e sermos vivos na mente de outros, ainda que mortos, na realidade.

 

Ò Morte, ò Vida, parem de brincar, dêem as mãos e descubram o que é Amar.

 



publicado por PAU_LINDO às 11:50
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